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Alan García

Alan García em [[Brasília | mandato_fim = | antes = Alejandro Toledo | depois = Ollanta Humala | mandato_início2 = | mandato_fim2 = | antes2 = | depois2 = Alberto Fujimori | nascimento_data = | nascimento_local = Lima, Peru | morte_data = }} | morte_local = Lima, Peru | nacionalidade = | partido = APRA | alma_mater = UNMSM | cônjuge = Pilar Cornélia Nores | profissão = Advogado e político | religião = Católico |assinatura=Firmaalangarcia.jpg}}

Alan Gabriel Ludwig García Pérez (Lima, 23 de maio de 1949Lima, 17 de abril de 2019) foi um advogado e político peruano que serviu como Presidente do Peru por dois mandatos não consecutivos, de 1985 a 1990 e de 2006 a 2011. Foi o segundo líder da Aliança Popular Revolucionária Americana (APRA) e o único membro do partido a ter exercido a presidência. Sob a mentoria de Víctor Raúl Haya de la Torre, fundador da APRA, serviu na Assembleia Constituinte de 1978–1979. Eleito para o Congresso Peruano em 1980, chegou à posição de secretário-geral da APRA em 1982 e foi subsequentemente eleito presidente em 1985, numa vitória expressiva, tendo apenas 36 anos na época.

O primeiro mandato presidencial de García foi marcado por uma grave crise econômica, agitação social e violência. No final da sua primeira presidência, foi acusado e investigado por corrupção e enriquecimento ilícito. Em 1992, pediu asilo em decorrência do autogolpe do Presidente Alberto Fujimori e exilou-se com a sua família na Colômbia e em França durante os nove anos seguintes. Após a queda de Fujimori, regressou à vida política ao candidatar-se à presidência em 2001, embora tenha perdido no segundo turno para Alejandro Toledo. Em 2006, foi eleito para um segundo mandato, um feito considerado uma ressurreição política inesperada, tendo em conta o legado negativo do seu primeiro mandato.

No segundo mandato de García, o Peru experimentou uma economia estável, tornando-se a economia que mais cresceu na América Latina em 2008, superando até mesmo a China em termos de crescimento do PIB. O sucesso econômico de sua segunda presidência foi aclamado como um grande triunfo por líderes mundiais, e a pobreza foi reduzida de 48% para 28% no país. Além disso, o Peru assinou acordos de livre comércio com a China e os Estados Unidos durante sua gestão. No entanto, acusações de corrupção persistiram durante seu mandato e também no período pós-presidência. Ele foi sucedido por seu antigo rival no segundo turno de 2006, Ollanta Humala, nas eleições de 2011. García se afastou da política partidária após não conseguir chegar ao segundo turno das eleições gerais de 2016, ficando em quinto lugar em sua tentativa de um terceiro mandato pela Aliança Popular, uma coalizão entre seu partido e o Partido Popular Cristão, que incluía sua ex-rival Lourdes Flores como uma de suas candidatas à vice-presidência.

García morreu no dia 17 de abril de 2019, após atirar contra a própria cabeça enquanto policiais se preparavam para prendê-lo, a pedido da Promotoria, em decorrência do escândalo da Odebrecht. Ele foi transferido em estado grave para o hospital, onde permaneceu por mais de três horas em uma sala de cirurgia. Durante o procedimento, sofreu três paradas cardiorrespiratórias antes de falecer.

García é considerado um dos políticos mais controversos, porém talentosos, da história contemporânea do Peru. Ele era conhecido por ser um orador imensamente carismático. Fornecido pela Wikipedia
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    Pizarro el Rey de la Baraja : Política, confusión y dolor en la Conquista Por García, Alan

    Publicado em 2012
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